Alguém lê a revista da NET?
July 31st, 2008 at 8:31 pm (Vale a pena conferir)
Quem quiser, pode dar uma olhada nas páginas 27 e 28 da Monet, a revista da NET. As informações incorretas não são de minha responsabilidade, hehehe.
July 31st, 2008 at 8:31 pm (Vale a pena conferir)
Quem quiser, pode dar uma olhada nas páginas 27 e 28 da Monet, a revista da NET. As informações incorretas não são de minha responsabilidade, hehehe.
July 31st, 2008 at 8:19 pm (Vale a pena conferir)

Uma chuva de 20 minutos conseguiu parar o trânsito da cidade em diversos pontos ontem à noite.

Essas fotos são de Wudaokou, bairro onde moro, no Noroeste de Beijing.
E agora, 20h13 (9h13 no Brasil), começou outra chuva forte. Eu é que não vou sair na rua pra tirar fotos.
Estão dizendo por aqui que isso é obra do governo. Eles sltam umas bombas nas nuvens e aceleram a chuva. Vão fazer chover mais uma semana que é pra ter sol na abertura dos Jogos. Será?
再见
July 30th, 2008 at 8:22 pm (Vale a pena conferir)
Finalmente, depois de muita correria, estou de volta ao mundo virtual. O computador vai bem, obrigado, e o backup funcionou. Perdi só o que fiz na última semana, por extrema culpa minha, que não engatei o HD externo.
Se preparem! Faltam 9 dias e o Amante na China está mais operante do que nunca.
July 26th, 2008 at 2:29 pm (Vale a pena conferir)
Bom, meu micro queimou e eu estou na expectativa pra ver se o backup vai funcionar.
Pela primeira vez, desde que cheguei aqui, precisei entrar numa “lan house” chinesa. Centenas de chineses com fones de ouvidos, jogando ou passeando pela internet, passam horas aqui todos os dias.
E o mais engracado eh que eu nao faco a minima ideia de como funciona esse teclado. Acho que jah deu pra perceber, ne!
Sem falar no censor, um sujeito que fica caminhando pela sala, olhando o que a gente estah fazendo nos computadores. Acho que vou abrir um site “improprio” soh pra ver o que acontece. Se eu nao postar de novo em uma semana, mandem o Capitao Nascimento me buscar.
Noticias fresquinhas de Beijing
O calor estah “ensurdecedor” (como diria o amigo Bolinho), mas sem sol.
As pessoas domiram nas filas tentando comprar os ultimos ingressos para os Jogos. Muitos nem conseguiram.
Fui na muralha pela terceira vez, acompanhando amigos. Dessa vez fui a Simatai, uma parte bem rustica, pouco reformada, e achei mais espetacular ainda. Quem quiser se aventurar por lah tem que preparar o espirito e as pernas. Quando o meu micro voltar escrevo sobre isso e mostro as fotos.
Ja comprei meu mascote, mas isso eh assunto pra outro post.
Saudacoes olimpicas!
July 22nd, 2008 at 11:20 am (Vale a pena conferir)
Essa cidade está realmente um saco. E não é uma reclamação só minha. Muita gente quer que as Olimpíadas acabem logo, para que a vida volte ao normal.
Bares e restaurantes estão fechando as portas ou cancelando as programações culturais e festivas. Pequenas lojas que não tinham boa aparência exterior foram derrubadas. Outras estão temporariamente “sem atividade”.
A cidade está cheia de voluntários por todo o lado, controlando o acesso à tudo. Parques públicos e universidades, antes ponto de encontro, agora estão fechados e só entra quem é registrado.
A polícia, sem mais nem menos, entra nos bares e exige passaporte de todo mundo. Ou bate na sua porta e te enche de perguntas. Ou então pára qualquer um na rua, no carro…
Os preços subiram e vão continuar subindo. Tudo está mais caro, da água à pizza, do aluguel aos eletrônicos. Artigos ocidentais, que a gente sempre encontra em alguns mercados, além de mais caros, estão acabando.
Até a carne de cachorro sumiu dos cardápios.
July 21st, 2008 at 8:07 pm (Vale a pena conferir)

O rodízio de carros que começou hoje em Pequim parece que está funcionando. Saí pela cidade para dar uma conferida e não vi nenhum carro com placa par. E o trânsito, no horário de pico, estava “um pouco” mais tranquilo.

Pelas regras, carros com placas que terminam em número ímpar podem circular em dias ímpares; e carros com placas terminadas em número par poder circular nos dias pares.

Esse rodízio termina dia 20 de setembro e não inclui veículos de transporte urbano (ônibus e táxis), ou veículos de saúde e segurança. O governo pretende, com isso, reduzir a poluição e melhorar o fluxo no trânsito da cidade. Mas isso é só durante as Olimpíadas, é claro. Depois volta tudo ao normal.
July 20th, 2008 at 6:57 pm (Vale a pena conferir)

Um chinês jovem, de idade indefinida (como a maioria dos chineses) se aproximou da nossa mesa e, depois de se desculpar, perguntou se a gente queria participar de uma gravação para a TV da China.
Isso é até comum aqui. Quando eles precisam de estrangeiros para gravações de TV e cinema, saem pela rua oferecendo uma oportunidade para os primeiros que encontram.
Eu nunca aceitei porque não tenho paciência para isso. Mas dessa vez foi diferente, eu estava com mais três amigos (Lauren, Luiz e Anna Paula – todos da família Fraiz) e resolvemos aceitar. Poderia ser uma experiência interessante e eles pagariam pelo dia de trabalho.
No dia seguinte fomos para o local de gravação, num ônibus cheio de “atores”, sem saber para onde estávamos indo, e sem saber o que iríamos fazer.

Quando percebi, a gente estava entrando nas Tumbas Ming, um dos principais pontos turísticos da cidade. E o que mais me impressionou ali foi o tamanho da estrutura montada no local. Centenas de funcionários, enormes caminhões e modernos equipamentos.
”Isso não é coisa de TV!”, pensei.
Mas aí eu vi as câmeras de 35mm e tive certeza. Era cinema!

A minha vez de “atuar” ainda não tinha chegado. Aí, como quem não quer nada, colei no diretor e fiquei acompanhando o trabalho dele. Tirei umas fotos aqui, umas fotos ali, até entendi algumas coisas que ele falava… Quase dei uns palpites, mas desconfiei que ele não ia entender nada, então fiquei quietinho.

Aí me chamaram. Fiquei numa barraquinha de bugigangas, negociando com a vendedora, no fundo da cena. Nada de mais, nem sei se vou aparecer. Passamos sete horas no set de gravação, num calor infernal, mas valeu a pena conhecer como os chineses fazem cinema. Me diverti muito.
Saí da gravação sem saber o nome do filme, sem saber quem eram os atores principais ou o diretor. O nosso tradutor só dizia “Diretor muito famoso!” e “Atores muito famosos!”.

No dia seguinte mostrei as fotos para umas chinesas que trabalham na agência de notícias Xinhua. Descobri que o diretor (esse de laranja aí na foto) se chama Fengxiaogang (冯小刚), e que ele é realmente famoso, o segundo mais importante da China. Eu inclusive já tinha visto dois filmes dele: “Assembly” e “Banquet“.
O nome do ator, aquele totalmente careca, de camisa branca, é Geyou (葛优) e ele também é um dos mais conceituados aqui.

“Atores” cansados depois de um dia trabalho!
July 20th, 2008 at 11:50 am (Vale a pena conferir)
Se no Brasil a gente improvisa pra jogar um futebol, aqui na China eles improvisam pra jogar Ping-Pong (乒乓球-pingpangqiu).

Existem mesas como essa espalhadas pela cidade. Pra jogar é só levar raquetes, bolinha e a rede.
Esses moleques não tinham rede e resolveram improvisar uma com tijolos.
July 19th, 2008 at 6:27 pm (Vale a pena conferir)

Hoje fui almoçar com a Fernanda, minha prima, num pequeno restaurante de macarrão chinês. Pedimos dois pratos iguais, de macarrão frito com carne e amendoim.
Como o prato não era muito grande, resolvemos pedir também alguns Baozis (esse pãozinho aí da foto, que é recheado com carne e cozido no vapor, tradicional e comum por aqui).
Virei pro garçom e soltei em Chinês: “Tem Baozi?”. Ele disse que não tinha de hoje… bom… se não tem de hoje nem adianta trazer, né… mas ele trouxe.
Largou uma pilha de jornal em cima da mesa. Jornal!!! Eu falei BAOZI e ele entendeu BAOZHI!!!
Agora me diz uma coisa: Por quê eu entraria numa tendinha de comida pra pedir jornal?!?!
Êta língua difícil essa.
July 19th, 2008 at 12:22 pm (Vale a pena conferir)

Lojas como essa, recheadas de artigos oficiais das Olimpíadas, estão espalhadas pela cidade. Nesses locais, que estão sempre cheios, turistas de todos os lugares encontram os mais diversos tipos de lembranças.

Essa loja aqui, uma das maiores que já encontrei, fica em Wanfujing, a rua mais famosa de Pequim, bem no centro da cidade.
Aqui se compra de tudo. Bichos de pelúcia, troféus, réplicas da Tocha, pins, selos, camisetas, canecas e uma infinidade de inutilidades. Tudo licenciado pela organização dos jogos e com preços acima do normal.

É claro que os preços são caros para o padrão de Pequim. Para um europeu, ainda são baratos. Uma camiseta oficial, por exemplo, custa cerca de ¥100 (R$ 25).

Eu só entro nessas lojas, de vez em quando, para conferir os preços e dar uma olhada nas novidades. Um dia, e tem que ser logo, devo fazer um rancho ali. Imagina se minha mãe chega em Pequim e eu não comprei nada disso aí pra ela…
July 18th, 2008 at 8:26 pm (Vale a pena conferir)

Essa rua fica perto da minha casa e normalmente não é assim, tranquila. Há vendedores (ambulantes/fixos) de flores, de cartões telefônicos, de cigarros, agenciadores de apartamentos, mecânicos de bicicletas… tem de tudo… ou melhor, tinha.
Por causa das Olimpíadas há uma onda de maquiagem pela cidade. Ambulantes são retirados das ruas, lojas de artigos “piratas” estão interrompendo as atividades, e o que não é original está sumindo das prateleiras dos grandes mercados. Está difícil até pra comprar DVD.

Essa é a Chengfulu, também perto da minha casa. Você acha que foi sempre assim? Que nada! Nem calçada tinha. Trocaram o asfalto, abriram uma ciclovia, arrumaram a calçada e até espalharam vasos com coqueiros. E assim está sendo em toda a cidade.
Pequim está muito diferente da cidade que me acolheu, quase um ano atrás. E quem vem para as Olimpíadas vai ver uma cidade arborizada, organizada… um espetáculo.
Eu só quero saber se vai continuar assim em setembro, ou se vai ficar pior do que estava antes.
July 18th, 2008 at 3:58 pm (Vale a pena conferir)

Quem mora na China já está acostumado a ver gente dormindo em qualquer lugar, em qualquer hora.
Mas um sujeito chamado Bernd Hagemann, que mora na China desde 2002, resolveu colecionar fotos desse hábito tão comum e publicá-las num site exclusivo, o Sleeping Chinese.

O que eu coloquei aqui é apenas uma amostra do que você encontra no site, que por sinal é muito bem feito. Tem cada foto espetacular, de gente dormindo em lugares inimagináveis. Excelente idéia. Vale a pena conhecer o site.

Essa, do chinês dormindo no parque de diversões, é a melhor de todas.
July 17th, 2008 at 5:38 pm (Vale a pena conferir)

Na minha opinião, esse é o melhor guia das ruas de Pequim. Os mapas são bem detalhados, atualizados, e estão em chinês e inglês. Além disso, tem a localização de todos os estádios e ginásios que serão usados nas Olimpíadas.
Custa ¥25, cerca de R$ 6,00, e pode ser encontrado na maioria das livrarias da cidade. Excelente dica pra quem vem assistir aos Jogos ou trabalhar.
O nome? Beijing City Atlas. Editora Dipper Books.
July 17th, 2008 at 5:22 pm (Vale a pena conferir)

O tradicional banheiro chinês é assim, um buraco no chão. Uns são mais limpinhos e outros mais sujinhos, mas o sistema é mesmo. Tem que ficar de cócoras.
Pro chinês, ficar de cócoras é normal. É uma posição de conforto pra eles, mas pra gente é complicado. Onde vou me segurar?
Eles dizem que, ao ficar de cócoras, o intestino funciona melhor. E que fazer num buraco, sem encontar em nada, é mais higiênico. E ainda dizem que o banheiro ocidental é “constirpador”.
Ora, eu já fui escoteiro e sempre gostei de acampar. Já pecisei fazer no mato, mas só de vez em quando. Não consigo me acostumar com esse tipo de banheiro, principalmente porque ainda não consigo ficar de cócoras como eles.
Sempre adorei usar um banheiro “constirpador” para ler uma revista, um jornal, ou apenas pensar na vida.

Os banheiros públicos espalhados por Pequim são todos assim. E muitos banheiros “olímpicos” também. Nos restaurantes e escolas encontramos dos dois tipos (para agradar ocidentais, é claro).
Pensando bem, concordo com os chineses. É mais higiênico. O que vocês acham?
July 15th, 2008 at 4:48 pm (Vale a pena conferir)
O Pato de Pequim, ou Beijing Kaoya (北京烤鸭), é o prato mais tradicional da capital chinesa. Quem vem até aqui tem que provar, a não ser que seja vegetariano, é claro! Os chineses levam isso tão à sério que dizem “Se você não comeu o Pato de Pequim, não esteve em Pequim!”.

Eu já provei esse prato algumas vezes, em diversos restaurantes diferentes. Os preços variam de ¥40 a ¥200, mas eu não senti muita diferença no gosto, não.
Essas fotos eu tirei semana passada, no restaurante Dadong, um dos mais famosos e caros de cidade. A comida é deliciosa, vale a pena o investimento. Foi a melhor refeição chinesa que eu já provei até agora, em onze meses. Mas dizem que o melhor Pato ainda é o do Restaurante Quanjude, que funciona desde 1864 e já serviu mais de 115 milhões de patos. Ainda não fui, estou esperando alguém me convidar.
A origem desse prato é controversa. Já ouvi diferentes versões, mas todas dizem que ele surgiu há cerca de 400 anos, durante a dinastia Ming.

O Pato de Pequim é laqueado, assado inteiro em fornos de pedra. Na maioria dos restaurantes especializados você pode ver, através de um vidro, como as aves são assadas.

Depois ele é levado para o mesa do cliente, onde é fatiado e servido. A carne é macia e a pele crocante, mas quase sem tempero.


Mas o mais interessante é a maneira como se come. Você coloca sobre a massa (que parece uma panqueca) uns pedaços de carne, um pouco do molho (adocicado) e um pouco dos acompanhamentos (cebola, alho, pepino…).


Depois é só enrolar e saborear, como fez a Luciane, amiga brasileira que está na China a passeio. Pode ser com a mão ou com os palitinhos (kuaizi - 筷子).
July 14th, 2008 at 3:42 am (Vale a pena conferir)
Mesmo com essa cara de cidade poluída e superpopulosa, Pequim ainda mantém diversos lagos, parques, jardins e áreas verdes.


Um desses parques, encravado do centro da cidade, pertinho da cidade proibida, é o Beihai (北海公园).

Esse é um dos maiores, mais antigos e mais bem preservados jardins imperiais da China. Começou a ser construído há cerca de mil anos, para uso dos imperadores, e foi aberto ao público, pela primeira vez, em 1925.

Milhares de pessoas visitam o lugar todos os meses. Nos raros dias ensolarados, o parque fica lotado. Chineses de todas as idades (e alguns estrangeiros também) passam o dia caminhando, brincando, orando, passendo de barco, dançando, jogando peteca, praticando artes marcias… enfim, há muito o que fazer por lá.

Eu, inclusive, já estive no Beihai algumas vezes. Numa delas fiz um piquenique, junto com minha prima, Fernanda, e uma amiga, Natasha. Ficamos sentados no gramado, tomando chimarrão, comendo biscoitos e posando para fotos (Chineses adoram tirar fotos da gente, somos atração turística). Quase duas horas depois apareceu um guarda e disse que era proibido, que devíamos sair imediatamente. Tudo bem, eu já tinha terminado de comer mesmo.


Essas roupas estão em todos os pontos turísticos da cidade. Por ¥10 ou ¥20 você pode colocar as roupa e tirar algumas fotos. E olha que não é só estrangeiro que gosta de fazer isso, não.
July 12th, 2008 at 7:25 pm (Vale a pena conferir)
De vez em quando alguém me pergunta como é a polícia aqui na China… Não sei o que dizer, nunca tive contato com eles… Pra ser sincero, nem quero ter a resposta pra isso…
Na semana passada, porém, recebi uma ligação às 9h30 da manhã. Era um policial, fezendo dezenas de perguntas. “Quando expira o teu visto?”, “você está morando no mesmo endereço ainda?”, “Alguém mora com você?”, “Você continua estudando chinês?”
Depois do questionário o sujeito começou a falar de futebol. “O que você acha do time do Brasil? Perdeu pro Paraguai, não é bom isso..”, “Você gosta de futebol?”, “Você joga bem?”, “Você aceitaria o cargo de técnico da seleção?”…
Com a minha amiga foi diferente. No mesmo dia, três policiais foram até a casa dela e pediram o passaporte. Entraram para dar uma “olhadinha” e fizeram as mesmas perguntas.

No sábado passado, presenciei uma “quase briga” num bar aqui em Beijing. Até agora não entendi o que foi. Só vi um empurra-empurra entre alguns chineses e chinesas. E um monte de estrangeiro tentando se meter no meio. Quando a confusão foi pra rua, já de manhã cedo, percebi que um sujeito discutia com duas mulheres, em chinês. É claro que não entendi nada!
Aí chegou a polícia e o bate-boca seguiu. Os policias nem saíram do carro. Chamaram o gerente do bar e pediram uma explicação. Depois, pela janela do carro, pegaram o depoimento do rapaz e das mulheres (prostitutas?). Olharam feio quando viram que a gente estava tirando fotos, mas foram embora sem dizer nada.

Os brasileiros, é claro, aproveitaram pra se divertir com a situação.
July 10th, 2008 at 1:16 pm (Vale a pena conferir)

Não se assuste se você chegar na China e encontrar uma criança com a calça rasgada no bumbum. E também não se assuste se você estiver andando na calçada e der de cara como um menino agachado, fazendo xixi ou, na pior das hipóteses, um cocôzinho…

Isso é normal por aqui. As calças infantis têm um corte que facilita a ida ao banheiro. Dá pra fazer tudo sem tirar a roupa. Mas quando não estão em casa, ou não há um banheiro por perto, vai na rua mesmo.

Em Pequim, que já é uma cidade bastante “ocidentalizada”, não é tão comum a criança fazer o n˚2 no meio da rua. Eu, sinceramente, só vi isso uma vez até hoje. Mas tenho amigos que dizem ter visto várias vezes, inclusive dentro de supermercados. O xixizinho já é bem mais comum e não assusta tanto
Agora, no interior, ou até mesmo na periferia de Pequim, por questões culturais e práticas, é muito mais comum presenciar coisas desse tipo.
Ora, quem nunca fez um xixi no meio da rua quando era criança? Tem gente que faz até hoje.
Eu já pensei até em fazer uma calça dessas pro usar no carnaval do Brasil
July 9th, 2008 at 3:00 am (Vale a pena conferir)
Foram inaugurados hoje os três prédios destinados aos profissionais que vão fazer a cobertura dos Jogos Olímpicos em Pequim.
Os dois principais prédios, Main Press Centre (Centro Principal de Imprensa) e Internacional Broadcasting Centre (Centro de Transmissão Internacional), ficam dentro do Parque Olímpico, perto do Ninho de Pássaro.

O Main Press Center, ou MPC, é o maior já construído para uma Olimpíada e vai servir de base para 5.600 jornalistas e fotógrafos credenciados.


Além das salas reservadas aos grandes veículos de comunicação, há uma enorme sala de trabalho com quase mil estações de trabalho, quatro auditórios para as coletivas de imprensa, restaurantes e (o mais importante) banheiros ocidentais. Tudo no maior conforto e funcionando, por enquanto.

O Internacional Broadcasting Centre, ou IBC, vai abrigar todas as emissoras de televisão que têm os direitos de transmissão dos Jogos. Dezenas de estudios, ilhas de edição e escritórios espalhados em um labirinto de corredores.

O Beijing International Media Centre (Centro de Imprensa Internacional) fica num hotel há 15 minutos do Parque Olímpico e vai servir como base de apoio aos jornalistas não-credenciados.
Toda essa estrutura, é claro, serve para mostrar que o governo chinês se preocupa com a imprensa internacional e quer que todos tenham a melhor estrutura possível para realizar um bom trabalho… será mesmo?!
July 8th, 2008 at 1:11 pm (Vale a pena conferir)
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Há um mês da abertura oficial dos Jogos Olímpicos, o Banco Central Chinês anuncia o lançamento de uma nota de ¥10 Yuan comemorativa ao evento. São seis milhões de cédulas com a imagem do Ninho de Pássaro, Estádio Olímpico Nacional.

E a Tocha continua percorrendo a China. Hoje ela está em Huhhot, na Inner Mongólia.