Que venham as Paraolimpíadas

Depois de trocar as placas e faixas espalhadas pela cidade, Pequim está pronta para receber as Paraolimpíadas.

O evento começa no dia 06 de setembro, com a cerimônia de abertura, e segue até o dia 17, com disputas em vinte modalidades.

Essa vaquinha, a Fu Niu Lele, é a mascote das Paraolimpíadas - pra mim, muito mais bonitinha que os Fuwa, mascotes da Olimpíada. A organização do evento escolheu uma vaquinha porque elas são determinadas, otimistas e diligentes, o que se reflete numa atitude positiva em relação à vida (!?!?).

Ah, o nome, Fu Niu Lele, significa algo como Bovino sortudo e feliz.

A Olimpíada acabou, mas o espírito Olímpico segue

A Olimpíada de Pequim acabou no domingo passado com uma grande festa de despedida, quase tão grandiosa quanto a cerimônia de abertura, cheia de luzes, cores, dança, música e, por fim, uma breve apresentação do que o mundo verá em 2012, em Londres. E parece que o espírito Olímpico, que andou por Pequim nesses últimos anos, já chegou na terra da Rainha. Os Jogos Olímpicos que veremos daqui a quatro anos devem tão espetaculares quanto os de 2008.

Foi um evento de apenas 16 dias, mas que ficará para sempre na memória dos que puderam acompanhar as competições, seja de perto, seja pela televisão. Foram dias vividos com intensidade, cheios de emoções, de alegria, de tristeza, de dor e, principalmente, de amor ao esporte.

Recordes foram batidos, mitos foram construídos, heróis caíram, ídolos surgiram, deuses do esporte nasceram… Tudo isso em apenas 16 dias… 16 dias…

Os atletas passam quatro anos se preparando para esse momento e tudo pode ser definido em apenas um segundo, um salto, um toque, uma cesta, um gol, um instante de descuido, ou um instante de inspiração.

De todos os 10.500 atletas que passaram por Pequim nessa Olimpíada, alguns merecem destaque: Michael Phelps, Kobe Bryant, Usain Bolt, Yelena Isinbayeva, Cesar Cielo e Maurren Maggi.

Phelps nadou como nunca e ganhou como sempre. Oito medalhas de ouro em oito provas; sete recordes mundiais e um recorde Olímpico. É o maior atleta Olímpico da história. Precisa dizer mais?

Kobe Bryant, o jogador de basquete mais valioso do mundo, além da medalha de ouro, ganhou a simpatia de todos com o seu carisma. Como torcedor, esteve em todos os eventos que pôde, na arquibancada ou em camarotes, e ainda distribuiu ingressos para voluntários atenciosos.

Usain Bolt voou na pista do ninho de pássaro. Levou ouro nos 100m e nos 200m, ambos com recorde mundial, feito nunca antes realizado. E, de quebra, ainda venceu o revezamento 4×100 com o time da Jamaica. É o homem mais rápido do mundo - e talvez o mais marrento.

A Russa Yelena Isimbayeva, com um porte de musa do esporte, mostrou ao mundo porque é a melhor no salto com vara. Ficou com o ouro e ainda bateu o recorde mundial pela 24ª vez. “O céu é o meu limite”, respodeu com humor.

Do lado brasileiro, temos que falar de Cesar Cielo, que ficou com o bronze nos 100m nado livre e com o ouro nos 50m livre, além de bater o recorde Olímpico por duas vezes. Além de ganhar a primeira medalha de ouro do Brasil em Pequim, mostrou que tem potencial – e caráter - para ir mais longe. Se continuar nesse ritmo deve brilhar em 2012.

E o que dizer de Maurren Maggi? Ela voltou a competir há três anos, depois de cumprir uma suspensão por doping, e levou o primeiro ouro de uma brasileira em competições individuais. Feito que merece nosso aplauso e mostra que, assim como na vida, é possível dar a volta por cima também no esporte. Impossível não se emocionar.

Momento inesquecível

Já decidiu qual o momento mais marcante dessa Olimpíada?

Pra mim foi a final masculina da prova dos 100m. Usain Bolt venceu e ainda tirou onda.

E a musa? Isimbayeva, é claro.

Prata para um time de ouro…

Em uma competição de alto nível técnico e tático, a seleção masculina de vôlei conquistou a medalha de prata ao perder para os EUA por 3 x 1. Esse time merece nossos sinceros aplausos, é a equipe mais vitoriosa da história do esporte brasileiro.

Vale o registro, foto com a equipe no estúdio em Pequim.

Momento tiete…

O dia é das mulheres!!!

A seleção feminina de vôlei mandou às favas a fama de “amarelona” e conquistou a medalha de ouro em Pequim. Pelas imagens que a gente viu na TV, elas ainda guardam mágoas de todos que as criticaram depois da campanha em Atenas, em 2004. Mas o que importa é que o Brasil conquistou mais um ouro e deve, pela primeira vez na história, ficar na frente de Cuba no quadro de medalhas. O problema vai ser colocar todas elas dentro do estúdio do Sportv em Pequim.

Natália Falavinha ganhou hoje, numa luta “tranquila”, a primeira medalha da história do taekwondo brasileiro. Um bronze inédito que mostra o valor dessa guerreira que já foi campeã mundial e e veio para Pequim desacreditada.

As mulheres realmente tomaram conta do nosso quadro de medalhas nessas Olimpíadas.

Fotos: Globoesporte.com

Centímetro de ouro…

Maurren Maggi entra para a história do esporte brasileiro ao saltar 7.04m e garantir a medalha de ouro no salto em distância, no Ninho de Pássaro.

É a primeira medalha de ouro individual de uma brasileira em Olimpíadas. Mas esse ouro vale muito mais que isso, marca a volta por cima de uma atleta que foi afastada do esporte por causa de doping há cinco anos.

Ela merece! O Brasil merece.

Foto: Globoesporte.com

Momento torcedor…

Torcendo pelo vôlei masculino, contra a China, na quarta-feira.

Torcendo pelo Jadel Gregório, ontem, no salto triplo, em pleno Ninho de Pássaro.

Torcendo pelo nosso vôlei de praia, hoje pela manhã.

É prata!!! De novo…

Mais uma vez as meninas do futebol ficam com a medalha de prata depois de perder a final para os Estados Unidos.

Faltou alguma coisa, ou foi merecimento das americanas?

Daniela Alves, com a medalha, depois de participar do Momento Olímpico, no Sportv, às 3h da manhã.

Robert Scheidt só sai de casa se for pra ganhar medalha

Foi assim em Atlanta-96, Sidney-2000 e Athenas-2004, na classe laser… e foi assim em Pequim, na classe star.

Com a prata conquistada hoje, Scheidt chega a quatro medalhas em quatro Olimpíadas. Sempre voltou pra casa com medalha, feito que nem mesmo Michael Phelps conseguiu. É, o mago da natação foi pra Sidney-2000 e não subiu no pódio.

O final da regata foi confuso, ninguém sabia se a dupla brasileira tinha ficado com a prata ou com o bronze. Nem mesmo os competidores ou a delegação brasileira que estava no local. Os atletas brasileiros só comemoraram a prata quase meia hora depois, quando tiveram a certeza do resultado.

Robert Scheidt e Bruno Prada merecem. O início da competição foi ruim, com vento fraco e resultados mais fracos ainda. Mas quando o vento apareceu, eles começaram a reação e decidiram a medalha na última regata.

Bem que podia ter sido ouro, mas ele está nessa categoria há apenas três anos. Ainda tem muito o que melhorar e, quem sabe, chegar ao lugar mais alto do pódio em Londres-2012.

O Brasil, até agora, nas Olimpíadas de Pequim…

A participação do Brasil nos Jogos da XXIX Olimpíada está muito aquém do esperado e a derrota da seleção masculina de futebol para a Argentina resume bem isso. Com Ronaldinho e Diego, o time de Dunga tomou um chocolate na semifinal e vai disputar o bronze contra a Bélgica, em Shanghai, no sábado. É mais uma chance que o Brasil perde de subir no quadro de medalhas, como tem acontecido em outras modalidades.

Será que não dava pra chamar a Marta e a Cristiane pra jogarem nesse time? Elas têm dado show no futebol feminino dessa Olimpíada. Venceram as alemãs, atuais campeãs mundiais, com uma goleada histórica (4 x 1), e vão disputar o ouro contra os Estados Unidos, repetindo a final de Atenas em 2004. Só que dessa vez as nossas jogadoras são as favoritas e, se tudo der certo, conquistarão uma medalha inédita para o Brasil.

Em outras modalidades também saímos de Pequim sem medalha, o que acabou com a esperança do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) de fazer a melhor campanha do país em Olimpíadas.

Diego Hypólito fez uma apresentação muito boa na final de solo da Ginástica Artística, mas caiu sentado no último salto e ficou em sexto lugar. Saiu do ginásio perplexo, sem conseguir entender o que tinha acontecido. Favorito ao ouro, ficou abalado com o resultado e pediu perdão aos brasileiros pela falha.

Daiane dos Santos e Jade Barbosa também tiveram boa participação na Ginástica Artística, mas ficaram longe do pódio. A vara de Fabiana Murer sumiu e ela, abalada, não conseguiu seguir adiante na competição de salto com vara. Tinha chances de disputar prata e bronze e saiu aos prantos do Estádio Nacional, o Ninho Pássaro. A vara foi encontrada no dia seguinte, junto com o material das atletas eliminadas na fase classificatória.

Mas nem tudo está perdido, ainda temos chance de medalhas, principalmente no vôlei. A seleção feminina têm jogado de forma arrasadora, sem perder um set sequer. É favorita absoluta ao título, mas precisa superar o trauma de 2004, quando perdeu para a Rússia numa virada espetacular. A seleção masculina perdeu um jogo na primeira fase, mas terminou em primeira do grupo e precisa manter a regularidade para chegar à final e brigar pelo ouro.

Que banho de bola!!!

Brasil 0 x 3 Argentina.

Sem comentários.

Onde está a vara?

Foto: Globoesporte.com

Onde foi parar a vara da Fabiana Murer?

Deixe aqui o seu palpite.

Dia de tropeços para o Brasil em Pequim

Diego Hypólito fez uma prova quase perfeita hoje. Quase. Errou apenas no final, um pequeno detalhe que empurrou a pontuação dele lá pro final da lista. Isso acontece, é normal, não dá pra ser perfeito sempre. E a cara de desespero dele, após o final da série? Chocante!

Daiane e Jade também não foram bem, acabaram sem medalha. Extistirá alguma explicação para esses tropeços? Talvez. Muitas teorias e soluções já foram largadas ao vento. Os “experts” no assunto já estão expondo as suas versões, verdades supostamente absolutas, soluções perfeitas, culpados crônicos. Mas e daí? Acontece. Quero ver ir lá e fazer melhor.

Depois da competição, as meninas ainda tiveram energia para participar do programa Momento Olímpico, do Sportv, com Marcelo Barreto, Lucio de Castro e Sandra Pires. Diego, ainda abatido, preferiu voltar para a Vila.

Mas os tropeços não foram apenas na Ginástica. Ana Paula e Larissa, no vôlei de praia, parecem não se entender, dentro e fora das quadras. Culpa da pouco tempo para entrosamento? Larissa e Juliana - a dupla original - teriam ido mais longe? Teriam superado Walsh e May?

O basquete feminino deu adeus à competição com uma vitória sobre a Bielorrúsia. Sem pressão, o time parece ter jogado melhor. Mas qual foi a causa de uma participação tão ruim nos Jogos Olímpicos? Organização? Despreparo? Ou apenas má sorte?

Os resultados preocupam, principalmente quem previa uma participação brilhante da nossa delegação. Mas nem tudo está perdido, ainda. O vôlei e o futebol ainda podem nos dar muitas alegrias, se o Messi deixar, é claro.

Phelps é “O” cara!!!

Presenciei hoje, ao vivo, um dos momentos mais importantes da história do esporte. Michael Phelps, o fenômeno da natação conquistou a oitava medalha, OITAVA!!!. Ele já ganhou mais medalhas que a maioria dos países que estão aqui, inclusive o Brasil. E, além disso, já é o maior atleta Olímpico da história dos Jogos da era moderna.

Ver esse “monstro” ao vivo é algo inesquecível. O ingresso está aqui, guardadinho, como lembrança desse momento.

Mas o rapaz ainda é novo, tem mais uma, ou duas, Olimpíadas pela frente… ainda tem muitos recordes pra bater e muitas medalhas pra ganhar. Em Londres, 2012, será que ele vai pra ganhar mais oito, ou vai tentar nove?

Só que ele não foi o único que me impressionou hoje. Dara Torres, dos Estados Unidos, ficou com a medalha de prata nos 50m livre e, logo depois de receber a medalha, saiu correndo para se juntar ao grupo que nadaria o revezamento 4 x 100 medley. Ela foi lá, nadou muito bem e ganhou mais uma prata. Subiu no pódio duas vezes no mesmo dia, aos 41 anos de idade.

Mas não dá pra falar de natação sem falar no Cielo, chamado de “Cesão” pela família. Ele arrasou com a concorrência na prova mais rápida da natação, 50m livre, e garantiu a primeira medalha de ouro da história da natação brasileira - e única do Brasil em Pequim, até agora. A irmã já anda anunciando que ele é o solteiro mais cobiçado do país. Será?!?!

Qual o momento mais especial dessa Olimpíada até agora?

Qual o momento mais marcante dessas Olimpíadas, até agora?

São tantos… eu ainda estou em dúvida entre a prova dos 100 metros e a conquista da oitava medalha do Phelps.

E você?

Usain Bolt voa na pista…

Sensacional a final dos 100m.

Bolt correu os cem metros em 9.69s, novo recorde mundial e Olímpico. Poderia ter feito em menos tempo, mas preferiu brincar na pista… tirou onda.

Ele olha pro lado, diminui as passadas e ainda bate no peito, tudo isso antes de cruzar a linha de chegada.

Aqui na redação da Globo em Pequim fizemos um bolão sobre qual seria o tempo do campeão. Eu e Rodrigo Araújo acertamos na lata.

E amanhã vou assistir, ao vivo, o maior monstro desses Jogos. Será que Phelps garante a oitava medalha?

Otário Olímpico

Depois três horas de cerimônia, finalmente chega o momento de acender a pira Olímpica… Numa das mais belas cenas que já vi em eventos esportivos, o ex-ginasta chinês Li Ning é erguido por cabos de aço e dá uma volta no estádio, no ar, simulando uma corrida… foi espetacular!

Você se emocionou com essa cena? Bom, eu me emocionei… e passei alguns dias ainda me deslumbrando a cada vez que revia a cena pela TV.

Otário! É assim que me sinto, um otário! E vou explicar porquê.

Esse Li Ning, um senhor de 45 anos de idade, ex-ginasta, já foi ídolo no país depois de conquistar três medalhas de ouro em Los Angeles, em 1984. Hoje, ele é dono da maior fábrica de artigos esportivos da China. E ganhou muito dinheiro copiando o logo da Nike e o slogan da Adidas. Esperto, não?

O nome da pessoa que acenderia a Pira Olímpica era um segredo de estado, motivo de especulações entre a população chinesa e também no meio jornalístico. E o quê o Li Ning fez um dia antes da Cerimônia de Abertura? Comprou ações da própria empresa e, numa movimentação que não entendi bem o funcionamento, lucrou mais de 30 milhões de dólares em apenas um dia. Sensacional!

Coisa de comunista? Pra mim, isso tem cheiro de picaretagem. Me senti um otário!

A areia - e a quadra - é delas

O Vôlei de praia já é recheado de musas que, com suas cortadas e mergulhos, arrancam suspiros dos torcedores. São atletas dos mais diferentes países que encantam pelos dotes físicos e esportivos.

Ontem fui assistir ao jogo de Renata e Talita contra uma dupla grega e fiquei impressionado com duas coisas: a arena é gigante, espetacular - como todas as instalações Olímpicas que já visitei; e as animadoras de torcida são incríveis, apesar de um pouco descordenadas no quesito dança.

A função delas ali é animar a torcida, coisa que elas estão fazendo muitíssimo bem. Eu, inclusive, fiquei bem animado.

Mas não é só na areia que a gente encontra um incentivo como esse para torcer. Em quase todas as modalidades disputadas aqui em Pequim a gente encontra essas meninas - e alguns meninos - animando as arquibancadas.

Gol de bicicleta na terra das bicicletas

O dia não foi dos melhores para o Brasil. Derrota no vôlei de praia, má atuação no handebol, derrotas no tatame, Giba machucado, português acusando o João Derly de traidor… que zica bateu aqui… Mas pelo menos o Tiago Camilo conseguiu se recuperar e subir no pódio. Mais um bronze para o Brasil.

E a Cristiane? O que dizer da performance dela no jogo de hoje? Na terra das bicicletas, nada mais apropriado que um gol de bicicleta. Bela vitória do Brasil, que garantiu o primeiro lugar no grupo e vai jogar contra a Noruega.

Aliás, como é que a Noruega perdeu por 5 a 1 para o Japão no futebol feminino? Estavam com medo de pegar a Alemanha e acharam melhor pegar o Brasil, um time mais fácil? Depois de amanhã a gente descobre a resposta…

Do Phelps, prefiro não falar nada. Esse cara não é humano!

Hoje fui conhecer o ginásio de basquete. Fiquei impressionado com o tamanho, e com os telões. Assim como no Ninho, há um telão gigante, que dá a volta no ginásio, por dentro, é claro. A partida não foi das mais emocionantes, Rússia e Croácia, mas deu pra conhecer o ginásio. Valeu.

Tive um problema no cartão de memória da minha máquina fotográfica, e a única foto que sobrou foi essa do Tiago Camilo participando do programa Momento Olímpico, do Sportv. Ele chegou no nosso estúdio algumas horas depois de conquistar a medalha e ainda demonstrava cansaço.

E voltando a falar do português, Pedro Nunes… ele ganha do campeão do mundo e ainda sai por aí dizendo que é corno? Também não entendi!

再见

Bronze com gosto de ouro…

O dia hoje foi do judô.

Ketleyn Quadros, bronze na categoria peso leve, garantiu a primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim.

Mas essa medalha representa ainda muito mais. É a primeira medalha Olímpica da história do judô feminino brasileiro; é também a primeira medalha de uma mulher brasileira em provas individuais.

Leandro Guilheiro, que já tinha uma medalha de bronze em Atenas, garantiu outro bronze hoje ao derrotar o iraniano Ali Malomat com um excelente ippon.

Após as provas, os dois foram até o estúdio Globo/Sportv para várias entrevistas (na foto com Marcelo Barreto, no Momento Olímpico). Mas Ketleyn não foi sozinha, levou a mãe e a madrinha, que fizeram “vaquinha” entre os amigos para assistir à competição ao vivo. A judoca, aliás, parece que ainda não assimilou o dimensão do feito. Mas isso ela assimila logo, logo, quando se der conta da quantidade de entrevistas que vai dar, e quando assistir à luta pela televisão.

Guilheiro confessou que achou essa medalha mais bonita que a de Atenas.

No fim de tudo, ainda deu tempo para uma tietagem básica.

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